

Há vinte e dois anos, quando a Plena Mente nasceu, ainda não se falava tanto em consciência, sustentabilidade ou regeneração. Mas já havia uma inquietação profunda: por que as empresas, ao crescerem, tantas vezes se afastam de sua própria vitalidade? Foi dessa pergunta, e de uma escuta atenta da vida, que nasceu a nossa jornada.
Ana Lícia Reis, fundadora da Plena Mente, cresceu em uma família empreendedora e aprendeu cedo que os resultados se sustentam quando o eu interno está em coerência com o sistema externo.
Quando há alinhamento, há prosperidade. Quando há desencontro, o próprio sistema responde.
Nosso símbolo, a espiral contínua, representa exatamente isso: o fluxo vivo que conecta começo, meio e reinício.

Na ausência dessa consciência, o que se instala é a fragmentação, líderes exaustos, negócios que perdem alma, e resultados que duram um trimestre, mas não uma geração.
A Liderança Sistêmica surge como antídoto. Ela compreende que cada ação individual reverbera no todo. Quando o líder se transforma, o sistema se reorganiza.
O custo do ego nas empresas modernas
O ego não é o inimigo, é parte da estrutura que protege. Mas quando assume o comando, a liderança se torna reativa e o sistema adoece. Empresas passam a medir-se apenas por margens e metas, esquecendo que o que sustenta tudo são as pessoas e o sentido coletivo.
Quando o foco está só no negócio, a pressão recai sobre quem entrega. O lucro cresce por um tempo, mas o esgotamento cresce junto.
O sistema responde, e o que parecia alta performance revela-se um colapso anunciado. Quando o ego assume uma área ou uma empresa inteira, o colapso é apenas questão de tempo.
Liderar o eu é liderar o sistema. Porque a consciência do líder direciona a energia da organização.
Do Eu ao Sistêmico

Liderar de modo sistêmico é compreender o caminho que vai do eu individual ao eu consciente, e do eu consciente ao sistema vivo. Essa é a transição que transforma resultados em legado.
O Código 12 expressa essa jornada, não como modelo, mas como modo de ver e agir no mundo. Toda liderança começa dentro e sem autoconhecimento e autogestão emocional, o líder injeta no time o seu próprio caos.
Com propósito e presença, o eu consciente se torna fonte de clareza. O autodomínio não é controle, é coerência entre o que se sente, o que se pensa e o que se faz.
Pessoas – O Capital Vivo

Liderar é voltar ao ser humano.
Empresas são redes de pessoas, não de funções. O líder sistêmico entende que saúde, confiança e criatividade são indicadores tão vitais quanto o lucro. Ele cria vínculos de pertencimento e espaços seguros, onde as pessoas se sentem parte, não peças.
E quanto a Gestão, a Estrutura que Sustenta, não é controle nem burocracia; é arquitetura de possibilidades. É o que dá forma à cultura e traduz o propósito em ação.
Processos transparentes, feedbacks vivos e decisões compartilhadas fazem a empresa respirar com ritmo próprio.
Negócio – Propósito que Gera Valor

O negócio deixa de ser fim e passa a ser meio. O líder sistêmico empreende sua área, impulsiona boas margens e garante que todos entendam como o trabalho individual conecta-se ao propósito maior.
O lucro, nesse modelo, é consequência da coerência, não seu substituto.
Transformação – A Cultura Viva

A transformação não é projeto; é condição. Culturas saudáveis se reinventam antes que a obsolescência as alcance. O líder sistêmico guia esse movimento contínuo, cuidando da coerência entre valores e práticas.
É nessa coerência que nasce a verdadeira inovação, a que regenera, não apenas melhora.
A consciência evolutiva

A visão ecológica e sistêmica transforma o sucesso imediato em um legado duradouro.
Toda liderança tem um elo frágil, e é justamente ele que define o ritmo do sistema. O desafio não é eliminar a vulnerabilidade, mas integrá-la como força de aprendizagem.
O elo mais fraco da sua liderança pode estar definindo o ritmo de todo o seu sistema. Na Plena Mente, acreditamos que liderar é um exercício de regeneração contínua.
É por isso que desenvolvemos um framework de transformação cultural que integra estratégia, autoconhecimento e alta performance sistêmica. Algumas empresas que o aplicaram transformaram sua forma de liderar, decidir e gerar resultados.
Talvez o convite mais importante seja este:
Olhar para o seu sistema, e para o papel que o seu eu exerce dentro dele. Porque é a consciência do líder que dá forma à cultura, e destino à empresa.
Plena Mente – 22 anos de liderança com consciência

12 de dezembro de 2003 → 12 de dezembro de 2025
Vinte e dois anos de prática, estudo e transformação. Vinte e dois anos acreditando que o desenvolvimento de líderes é também o desenvolvimento da vida.
Seguimos. Em espiral
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